Se eu escrevesse tudo o que gostava de fazer contigo neste momento
tinha que arranjar aquela bolinha vermelha no canto superior direito, que deixar esclarecido que este blog contém linguagem que pode ferir os mais sensíveis e que o esconder tão bem que nem eu própria podia encontrá-lo nos meus dias de maior pureza.
Por isso, vou limitar-me a dizer que primeiro expulsava todos cá de casa (como, com muito orgulho digo que já fiz uma vez), depois esperava que anoitecesse, depois acendia um cigarro, telefonava-te. E quando tu chegasses já outro cigarro estava nos meus lábios, aceso, e ia fumá-lo calmamente até ao fim - que sabe tão bem quando sentada no sofá.
E depois arrastar-te-ia para o meu quarto, ia atirar-te para a minha cama e tirar-te cada peça de roupa, ia beijar cada pormenor teu e sentir a tua alma tão bem como ia sentir o teu corpo. Ia estar escuro e ia amar-te de uma maneira como nunca antes amei.
E por fim cedia: faz amor comigo, J.
(just) like a virgin.
Sem comentários:
Enviar um comentário
be nice