Quis sentir a pele dele - como se a primeira e única vez. Mas só o beijei - rua, igreja, pressa. Tanta coisa a impedir-nos que parecia a sina a não querer que te amasse.
Sei que não. Sei que ao destino, aquele em que não acredito mas vivo em, nada devo. Esse fez quase tudo bem.
O J. apareceu e eu apaixonei-me. Pronto, já está.
Quero casar com ele - e há tanto tempo que não sentia nada assim - e quero ter uma casa, filhos, cães. Uma vida!
Mas antes disso - muito antes - quero que se solte do meu coração, que parece estar amarrado no meu coração, a tentar libertar-se mas, por qualquer coisa, não se solta: amo-te.
Desejo-te tanto. Quero abraçar-te, beijar-te, mas não é só. É muito mais.
Quero que sejamos um só - faz amor comigo, J.Du
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