Sinceramente, não sei o que pensar, o que fazer, para que lado me hei-de virar.
Não sei do que hei-de desistir, virar costas.
De ti, parece que desisti mas não, nunca. Aos olhos de todos, sou quase plenamente feliz.
Mentira. Fui plenamente feliz nos tempos em que fui tua, nos tempos em que te abraçava, nos tempos em que eras meu.
Isso era ser plenamente feliz.
Agora, vou-me satisfazendo com o que tenho. Não posso dizer que sou infeliz - mentiria.
Mas uma coisa é certa: aquilo que me fizeste sentir, os lugares que me fizeste alcançar, a magia que sentia contigo, a cumplicidade que nos abraçava, isso nunca mais senti desde que tu e eu nos desfizemos.
Quando vejo fotografias tuas, olho-te nos olhos, aprecio com cuidado o teu sorriso, as tuas feições.
Não sei, devo ter esperança que me fales, me sorrias ainda mais, devo ter esperança em tudo aquilo que sei que não acontecerá.
Sou louca, ou pelo menos estou a ficar.
Preciso de ti e daquela coisa que me costumavas fazer sentir.
Aquela coisa... vida.
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